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LC
Estado de Conservação (IUCN)
Pouco preocupante
Distribuição Geográfica: Atlântico Este e Mar Mediterrâneo Ocidental
Nome comum
Charroco
Nome científico
Halobatrachus didactylus
Classe
Teleostei
Família
Batrachoididae
Habitat natural
zonas costeiras pouco profundas até aos 60 m de profundidade
Dieta
Crustáceos, moluscos e pequenos peixes
Comprimento médio
35 a 50 cm
Peso médio
Não documentado
Longevidade média no selvagem
12 anos 
Reprodução
entre 20 a 100 ovos por postura
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Aspeto e Comportamento

O charroco tem um corpo relativamente curto e robusto, com cabeça larga e achatada, os olhos pequenos e no topo da cabeça. A pele é coberta por muco e a sua cor geralmente é castanha.

O muco do charroco tem propriedades antimicrobianas, anti-hipertensivas e antioxidantes.

O charroco reproduz-se entre fevereiro e junho, sobretudo na primavera, e os machos atraem as fêmeas com as suas vocalizações. São também os machos que constroem os ninhos e guardam os ovos até ao seu nascimento, permanecendo junto ao ninho até este momento.

 

Habitat e Alimentação

Alimenta principalmente de crustáceos, moluscos e pequenos peixes. A sua estratégia de caça é de emboscada, onde permanece semi-enterrado na areia ou em fendas de pedras, atacando rapidamente as presas que se aproximam.

Conservação do charroco

O charroco não está em risco de conservação, sendo considerado uma espécie comum, no atlântico e no mar mediterrâneo.

No entanto, esta espécie é considera ser um bioindicadores da qualidade da água, uma vez que não têm grande resistência a águas poluídas e, portanto, só são encontrados em águas de boa qualidade, sendo a principal ameaça a esta espécie a poluição dos oceanos.

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