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LC
Estado de Conservação (IUCN)
Pouco preocupante
Distribuição Geográfica
Nome comum
Anémona-jóia
Nome científico
Corynactis viridis
Classe
Anthozoa
Família
Corallimorphidae
Habitat natural
Marinho até 80cm de profundidade
Dieta
Pequenos peixes e crustáceos
Comprimento médio
até 15mm
Peso médio
não documentado
Longevidade média no selvagem
não documentado
Reproduçao
Libertação de larvas ou reprodução assexuada
Saber mais
Aspeto e Comportamento

O nome, em latim, “viridis”, significa “verde”, mas nem todas as anémonas-jóia são verdes, também podem ser vermelhas, rosas ou até mesmo amarelas. As pontas dos tentáculos contrastam com a cor do corpo.

O corpo das anémonas é cilíndrico e flexível, com um disco que se fixa firmemente a um substrato, como rochas ou conchas.

A anémona-jóia consegue dividir-se em duas, formando grandes colónias de anémonas da mesma cor, o que cria “jardins” coloridos nas rochas onde vivem.

 

Habitat e Alimentação

Vivem em rochas até aos 80m de profundidade, em locais com pouca luz e com forte ondulação e correntes. Podem viver em grandes aglomerações, formando grupos da mesma cor.

O processo de “caça” desta espécie é bastante singular: cada anémona tem cerca de 100 tentáculos, que utilizam para apanhar as suas presas. Quando a presa é capturada, os tentáculos injetam substâncias tóxicas que a paralisam. A presa é depois conduzida para o centro da anémona, onde boca e o estômago se encontram num único orifício.

A anémona-jóia é um dos exemplos de anémonas existentes no Parque Natural Marinho do Recife do Algarve: a Pedra do Valado.

Conservação das anémonas

Apesar de a maioria das anémonas ter um estatuto de conservação pouco preocupante, os habitats costeiros e recifes estão sob pressão crescente.
Estas são alguma das ameaças que as anémonas enfrentam no seu habitat natural:

  • Poluição nos oceanos
  • Recolha excessiva
  • Alterações climáticas
  • Desenvolvimento costeiro

Tu podes fazer a diferença

Aprende mais sobre as anémonas e observe-as nas zonas rochosas ou nas poças de maré, mas atenção: nunca deves tocar-lhes ou removê-las do local.